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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

KART: GUSTAVO LIMA MOSTRA ÓTIMA PERFORMANCE EM SUA TRANSIÇÃO DA JÚNIOR MENOR PARA A GRADUADOS



Todo kartista enfrenta certas dificuldades quando é promovido a uma nova categoria e isto é algo perfeitamente normal e esperado. O que dizer então quando ele é promovido duas categorias acima da sua e justamente para aquela que recebe os principais pilotos do kartismo brasileiro? Foi o que aconteceu com o brasiliense Gustavo Lima (Rede Brasília de Hospitais / Ceon / Aliança), que já em seu segundo ano como piloto saiu da Júnior Menor diretamente para a Graduados, atendendo as novas disposições do Regulamento Nacional de Kart (RNK).

No entanto, mesmo enfrentando as naturais dificuldades, Gustavo Lima administrou muito bem a mudança imposta pelo novo RNK e fez quatro boas apresentações na segunda edição do Super Kart Brasil, evento idealizado por sete dos principais kartistas em atividade, no último final de semana (29 e 30) em Interlagos.

Em um grid composto por 22 pilotos, dentre eles nomes como Nelsinho Piquet – o vencedor –, Sérgio Jimenez, André Nicastro, Felipe Fraga, Ruben Carrapatoso e Tuka Rocha, o jovem brasiliense esteve sempre entre o 10º e o 13º lugar. Menos experiente dentre todos os competidores, Gustavo Lima se declara extremamente satisfeito com sua primeira participação entre os Graduados. “Aprendi muito neste final de semana, competindo ao lado deste ótimos pilotos. Quero agradecer a todos pelo tanto que aprendi em apenas quatro corridas”, disse Gustavo Lima, que tem como “coach” o tricampeão brasileiro Dennis Dirani. Na quarta bateria Gustavo estava na 7ª posição, quando, na última volta, a quebra da palheta lhe fez perder diversas posições e ele terminou em 12º.

Ao final das quatro corridas a certeza na Roger Motorsport era de que o balanço era extremamente positivo. “O Gustavo esteve rápido, com tempos muito próximos dos principais nomes da categoria, e isto é muito importante”, garante Roger Munerato.

Gustavo Lima (Rede Brasília de Hospitais / Ceon / Aliança) começou a competir de kart apenas no ano passado, ainda na Júnior Menor, e disputou várias competições, destacando-se principalmente na Copa Brasil, quando terminou na 3ª posição. Outro importante resultado obtido por Gustavo em 2010 foi a vitória nos 100 Quilômetros de Brasília, ao lado de Rodrigo Piquet. Suas primeiras orientações vieram do tio de Rodrigo, o tricampeão mundial de Fórmula 1 Nelson Piquet, e continuaram sendo ministradas pelo preparador Dibo Moisés, da Dibo Racing, sua equipe no ano passado e que tem sede em Brasília.

Em 2011, como a maioria das competições que Gustavo Lima disputará ficam no eixo de São Paulo, o piloto passou a competir pela equipe paulista Roger Motorsport, do preparador Roger Munerato. Na atual temporada Gustavo deverá disputar o Paulista, Super Kart Brasil, Copa São Paulo Granja Viana, Brasileiro – em duas categorias, Graduados e Sudam Júnior – Sul-Brasileiro, Copa Codasur e Florida Winter Tour. Nesta última, realizada nos Estados Unidos, Gustavo já competiu na etapa de abertura em Orlando e recebeu muitos elogios. Nos planos está disputar outra competição internacional, desta vez na Europa, o WSK.


Kart Gaúcho Assessoria de Comunicação – Erno Drehmer (MTb/RS 14706)
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Foto: Erno Drehmer

Valter Rossete e Fábio Greco repetem receita na disputa pelo título da Itaipava GT4



Dupla campeã da categoria espera campeonato ainda mais apertado, mas aposta na regularidade que garantiu a conquista de 2010

Quando começar a próxima temporada do Itaipava GT Brasil, daqui a pouco mais de dois meses, Valter Rossete terá um desafio razoavelmente diferente daquele que enfrentou em 2010. Desta vez, vai defender o título conquistado no ano passado pilotando um modelo Ferrari Challenge, em parceria com Fábio Greco. Foi o primeiro campeonato da história da Itaipava GT4. "Já falei para ele: manter um título é mais difícil do que conquistá-lo", afirma Fábio Greco, que além de parceiro de pilotagem é chefe de equipe de Valter Rossete.

Mas o atual campeão da categoria sabe exatamente o que esperar de 2011. "No ano passado, o objetivo era pontuar bem sempre e a receita não pode ser outra, é claro, mas será um ano bastante competitivo, principalmente com esta ‘invasão’ de carros novos", comenta Valter Rossete, referindo-se ao interesse de alguns pilotos em disputar a temporada com modelos Ginetta G50. O campeonato anterior teve dois carros da marca, mas a expectativa é pela chegada de outras unidades em 2011.

Valter Rossete e Fábio Greco, pelo menos por hora, permanecem com o Ferrari Challenge. "O nosso carro tinha algumas desvantagens em função do equilíbrio de desempenho, especialmente em termos de velocidade, então essa é uma preocupação que ainda tenho para este ano. Mas o nosso trabalho foi muito bem feito e isso traz uma confiança grande para 2011", acrescenta Valter Rossete. O carro pilotado por ele está sendo revisado pela equipe e deve entrar na pista para testes na segunda quinzena de fevereiro, segundo Fábio Greco.

Os dois mantêm a dupla formada no ano passado e que trouxe o experiente Fábio Greco de voltas às pistas depois de dezoito anos - o último campeonato que ele disputou regularmente foi o Brasileiro de Marcas, em 1991, quando corria com Ingo Hoffmann. "Sinceramente, não esperava voltar, correr era uma coisa do passado para mim. Mas a forma como tudo aconteceu, guiando Ferrari, ganhando um campeonato, não dá mais vontade de parar", brinca Fábio Greco, de 47 anos de idade.

Credito: Fernanda Freixosa

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Estudantes de engenharia já preparam os carros para a Baja SAE BRASIL-PETROBRAS




Participam da competição 67 equipes de 14 estados - BA, CE, ES, MG, MT, PE, PB, PR, RJ, RN, RS, SC, SE e SP – além do Distrito Federal


A tradicional Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS será realizada de 24 e 27 de março, no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA), novamente em Piracicaba, São Paulo. Estão inscritas na competição de engenharia 67 equipes, num total aproximado de 1,2 mil estudantes, de 59 instituições de ensino superior, de 14 estados brasileiros e do Distrito Federal. Em 2010 foram 66 equipes inscritas.

Neste mês, as equipes trabalham dentro das instituições para viabilizar os 67 carros (SAE Baja) que enfrentarão o barro de Piracicaba. No final, as equipes das três instituições representadas que alcançarem as melhores pontuações, na soma geral das provas estáticas e dinâmicas, ganham o direito de representar o Brasil na Baja SAE Kansas, ainda este ano, nos EUA, onde participam mais de 90 times de diferentes países e o Brasil acumula quatro vitórias.

Realizada pela SAE BRASIL, a competição nacional desafia os estudantes a projetarem, buscarem patrocínios e construírem carros para uso fora de estrada exclusivamente para serem testados por especialistas da indústria da mobilidade. Na lista de provas estão avaliações de projeto, por meio de relatórios e apresentação, testes de tração, aceleração, velocidade máxima e o esperado enduro de resistência, que tem quatro horas de duração e é feito em pista de terra cheia de obstáculos e muito barro.

Os Baja SAE são protótipos de estrutura tubular em aço, monopostos, para uso fora-de-estrada, com quatro ou mais rodas, motor padrão de 10 HP e capacidade para abrigar um piloto de até 1,90m de altura e até 113,4 kg de peso. Todo o sistema de suspensão, transmissão, freios e o próprio chassi são desenvolvidos pelas equipes, que têm, ainda, a tarefa de buscar patrocínio para viabilizar o projeto e a viagem da equipe ao local da competição.

QUATORZE ESTADOS E DF - Organizada há 17 anos, a Competição Baja SAE BRASIL-PETROBRAS conta desta vez com 21 equipes de São Paulo, a maior representação, seguido do Rio de Janeiro com oito representantes. Rio Grande do Sul aparece com sete equipes inscritas. Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais têm cinco representantes cada, enquanto a Paraíba e Pernambuco contam com quatro equipes cada, seguidos do Ceará e Bahia, com duas equipes. Já o Espírito Santo, Sergipe, Rio Grande do Norte, Mato Grosso e Distrito Federal possuem uma equipe inscrita cada (ver lista de instituições e equipes).

O Projeto Baja SAE é o primeiro e um dos programas de maior sucesso organizados pela associação na capacitação dos futuros engenheiros, no qual estudantes são envolvidos em caso real de desenvolvimento de um veículo em todas as ações correlatas. Além de praticarem os conceitos teóricos adquiridos em sala de aula, todas as equipes são submetidas a experiências da vida real, como trabalho em equipe, atendimento de prazos, busca de suporte financeiro para o projeto e diversas atividades, muitas delas em áreas não exploradas nos cursos regulares, mas que incentivam a criatividade e o surgimento de lideranças. Atualmente, muitas empresas priorizam a contratação de ex-participantes do Projeto por causa da preparação.

Segundo o engenheiro Robson Galvão, diretor de Simpósios e Programas Estudantis da SAE BRASIL, as indústrias buscam cada vez mais novos talentos no ambiente competitivo e saudável da Competição Baja SAE BRASIL, cujo mérito é complementar a formação do futuro engenheiro. “É notório como a participação em projetos estudantis desta magnitude influencia na hora em que um currículo é examinado pelas empresas”, ressalta Robson Galvão.


17ª Competição Baja SAE BRASIL–PETROBRAS
Quando – de 24 a 27 de março de 2011
Onde - Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA)
Endereço – rodovia SP 135, km 13,5, bairro Tupi, Piracicaba, SP

Mais informações à imprensa:
Maria do Socorro Diogo - msdiogo@companhiadeimprensa.com.br
Juliana Santos - Juliana@companhiadeimprensa.com.br
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Telefones (11) 4435-0000 – 7204-1921