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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Especial Sertões no SporTV2


Canal exibe neste sábado (25) um especial de 30 minutos sobre a maior aventura do off road brasileiro

O calor, as aventuras, as armadilhas, a solidariedade, as alegrias e tristezas da 18ª edição do Rally Internacional dos Sertões serão exibidos neste sábado (25) às 23h10min pelo canal por assinatura SporTV2 (38 da NET e da SKY). O segundo maior rali do planeta cruzou 4.486 quilômetros e seis estados brasileiros entre os dias 10 e 20 de agosto, saindo de Goiânia (GO) com destino a Fortaleza (CE).

Nas categorias principais, a vitória ficou com a dupla formada por Guilherme Spinelli e Youssef Haddad nos carros, com o espanhol Marc Coma nas motos, com o trio formado por Marcos Cassol, Rodrigo Mello e David Fonseca nos caminhões e com o polonês Rafal Sonik nos quadriciclos.

O trabalho do SporTV durante o Rally dos Sertões foi realizado e coordenado pelos profissionais Fausto Macieira e Vitor Sendra.

Acesse o site do evento: www.sertoes.com

Com patrocínio de Petrobras, Gillette Desodorantes e Camargo Corrêa, o Rally dos Sertões conta com o apoio dos Estados de Goiás, Tocantins e Ceará e do Ministério do Esporte através da Lei de Incentivo ao Esporte. O evento ainda conta com supervisão da FIM (Federação Internacional de Motociclismo), da CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo) e da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo).

Siga também as notícias do Rally pelo Twitter: www. twitter.com/sertoesoficial

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F-1: Uma volta em Cingapura com Luiz Razia


Piloto de testes da Virgin, baiano descreve cada detalhe do palco da única corrida noturna da história da categoria

O circuito de rua de Marina Bay é o palco da ação deste fim de semana da F-1, o GP de Cingapura. Com sua primeira edição realizada em 2008, a corrida fez história ao ser o local da primeira _e, por enquanto, única_ corrida noturna da categoria: geralmente acostumados a andar no início da tarde, os pilotos correm em uma pista iluminada artificialmente, com as luzes dos luxuosos prédios da região e a lua servindo como cenário.

Com 5.073 metros, o traçado possui nada menos que 23 curvas, muitas delas em 90º, como costumam ser os circuitos de rua. Confira uma volta detalhada nas palavras de Luiz Razia, piloto de testes da equipe Virgin e único brasileiro na GP2, principal divisão de acesso à F-1:

"Cingapura é uma pista de rua estonteante. A corrida é noturna e é muito difícil conseguir uma volta perfeita, por causa do grande número de curvas bruscas para a direita e a esquerda.

Vamos à volta: com a melhor saída possível da curva 23 para conseguirmos velocidade plena na reta dos boxes, começamos a volta com uma sequência de três curvas muito próximas. O segredo é usar bastante as zebras neste setor e sair bem delas, para conseguirmos construir uma boa velocidade na curva 4.

A curva 5 não é segredo e não necessita uma freada forte: apenas o suficiente para o contorno perfeito e subida até a sétima marcha com destino à curva 7. É tudo 'flat', com o pé embaixo, e é importante ficar esperto nas luzes do câmbio, para não perdermos nenhum giro.

Em seguida, uma grande freada para a curva 7, que possui uma área de escape decente em caso de uma frenagem tardia! Ela é feita em terceira marcha, com aceleração total na saída para as curvas 8 e 9, muito similares. Só que, na 9, a saída é muito importante, para ter a certeza de que é possível acelerar cedo e se concentrar nas luzes do câmbio até atingirmos a 7ª marcha, a 260 km/h.

A curva 10 possui uma freada realmente difícil, pois você freia e gira o volante ao mesmo tempo na chicane tripla onde Kimi Raikkonen bateu em 2008 _muitos pilotos tocaram o muro na saída dessa sequência. Manter a calma é realmente importante nesta parte da pista.

Curva 10 concluída, agora é acelerar até a quinta marcha e encarar um "S", que compreende as curvas 11 e 12. São muito complicadas, já que você tenta manter a velocidade alta e chega muito perto do muro, se aproximando para a curva 13, que é similar à 9, pois precisamos de uma boa saída. É fácil ver as rodas girarem em falso nesta parte da pista, já que todos buscam uma boa tração e uma boa saída.

A curva 14 é, novamente, uma grande freada. Contorná-la de maneira limpa e suave é o segredo, "construíndo" a velocidade até a sexta marcha, quando você se aproxima da curva 15, na qual é muito difícil frear, já que você breca e gira o volante ao mesmo tempo; essa curva, junto com as 11, 12, e as seguintes, 16 e 17, são combinações similares em forma de "S".

Na curva 18, gosto da freada e da entrada da pequena ponte; é muito legal à noite. A saída desta curva é a preparação para a 19, que é muito rápida para a quantidade de grip que existe lá. A saída da curva 19 é muito traiçoeira, muito próxima ao muro enquanto nos encaminhamos para as curvas 20 e 21, uma nova combinação em "S". Precisamos ter a certeza de que a saída da curva 21 é muito boa e rápida, próxima ao muro.

E, em seguida, temos as duas últimas curvas, 22 e 23, que nos levam à reta de chegada. Essa sequência é realmente muito rápida e, em muitas oportunidades, os pilotos passam pela área de escape, testando os limites da pista.

É uma pista muito boa e divertida com as luzes acesas. Esta é Cingapura, uma volta fantástica. Para mais dicas e conselhos da pista, me siga no twitter: @luizrazia."


Luiz Razia e a Casa Filadélfia
Desde a última rodada dupla da GP2, na Hungria, Luiz Razia corre com a logomarca da Casa de Assistência Filadélfia (CAF) em seu carro. Nascida em 1988, a entidade trabalha pela dignidade e inclusão social de crianças, adolescentes e famílias que vivem e convivem com HIV/AIDS e em situação de vulnerabilidade social, contribuindo para a vida participativa em comunidade. Luiz Razia é um dos parceiros do CAF. Para conhecer mais sobre a Casa e seus projetos, acesse www.caf.org.br


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KART: GREGORY DIEGUES DISPUTA INÍCIO DOS PLAY-OFFS NA GRANJA APÓS SUL-AMERICANO DE APRENDIZADO

EDITORIA DE ESPORTES/ AUTOMOBILISMO


O próximo sábado (25) terá caráter de decisão para o jovem piloto paulista Gregory Diegues (Bad Boy/ Hinkel/ Banco Rendimento). No Kartódromo Granja Viana, em Cotia (SP), ele começará a disputa da fase final da Copa São Paulo, composta ainda por outras duas etapas.
Gregory começará a decisão, que reunirá outros nove concorrentes, na 9ª posição, a 18 pontos do líder na categoria Cadete. Tal pontuação foi atribuída após o encerramento da fase classificatória e a partir de agora estarão em jogo 75 pontos, que decidirão os campeões da temporada 2009. “Chegaremos bastante animados. Sabemos que a diferença de pontuação não é confortável, mas vamos em busca da vitória nesta primeira prova decisiva. No ano passado o Gregory enfrentou situação bastante semelhante e acabou campeão na Mirim”, lembra Maurício Diegues, pai de Gregory.
O otimismo é justificado também pela boa atuação de Gregory Diegues na etapa anterior, quando um excelente 2º lugar garantiu sua passagem para as finais entre os dez classificados, os únicos habilitados a lutar pelo título.
Sul-Americano – Na última semana Gregory Diegues e sua equipe, a renomada e vitoriosa Camargo Racing, estiveram no Velopark (RS) para a disputa do mais importante evento do ano, o Campeonato Sul-Americano, que reuniu 28 pilotos brasileiros, argentinos e bolivianos na Cadete.
Gregory Diegues viveu várias situações desfavoráveis, como trocas de motor, quebra do eixo de seu kart e batidas na Pré-Final e Final. Na última e decisiva corrida, a Final, Gregory abandonou após seis voltas em razão de uma destas batidas.
“O Gregory mostrou muita garra e empenho em sua participação no Sul-Americano, mesmo enfrentando todas estas situações desfavoráveis. Junto com sua equipe, passando informações do comportamento de seu kart na pista, todos tentavam sempre mudar o acerto, mas melhorava muito pouco”, salienta Maurício Diegues.
Assim como na Copa São Paulo Light e Campeonato Brasileiro, os pilotos da Cadete competiram no Sul-Americano com motores fornecidos pela RBC Preparações. E outra vez o piloto Bad Boy/ Hinkel/ Banco Rendimento não teve a sorte de receber motores competitivos no sorteio. “Isto dificultou muito a participação do Gregory no Sul-Americano. E também em duas provas anteriores”, afirma Maurício. “Havia enorme falta de equalização entre os motores RBC, pois aconteceram mais de 20 trocas de motores. Teve pilotos que trocaram três ou quatro vezes até achar um motor competitivo”, reclama Maurício, muito decepcionado com o fornecedor de motores.
Kart Gaúcho Assessoria de Comunicação – Erno Drehmer (MTb/RS 14706)
Contato: (51) 8162.8479
Foto: Erno Drehmer