Não são muitas as parcerias de longa data da principal divisão de acesso à Copa Caixa, e Cadu Pasetti aposta em sua união com a Gramacho Costa
No futebol, são poucos os casos onde um jogador passa boa parte da carreira com uma única equipe. Isso resulta em uma grande liderança dentro do time, assim como uma maior popularidade entre os torcedores e a facilidade para lidar com situações delicadas. No automobilismo, o cenário pode ser outro, mas a posição do competidor é a mesma. Anualmente, tanto os jogadores quanto os pilotos são bombardeados por ofertas tentadoras de outras equipes, e fortes são os que resistem e permanecem onde estão.
Na Copa Caixa Stock Car, é muito difícil detectar um piloto que passa mais de três anos correndo pela mesma equipe: dois anos é o recorde da maioria no grid. O único que passa esta marca é Thiago Camilo, que disputa em 2010 sua sétima temporada pela Vogel. Já na Copa Chevrolet Montana, por ser uma divisão de acesso, a rotatividade é ainda maior, mas existem pilotos fiéis, como Cadu Pasetti (Xandô), em seu terceiro ano com a Gramacho Costa.
"Estar em uma equipe por um período longo como esse só me trouxe vantagens", disse. "A parte técnica e a pilotagem com certeza são compreendidos mais rápido", conta Cadu, que já sentiu a diferença nas três primeiras corridas deste ano. "Esta maturidade me deu uma bagagem muito grande pra enfrentar todas as situações que passamos. Este ano tive uma rápida adaptação aos novos câmbio e diferencial, e isso se deu graças a esta parceria."
"Lideramos alguns treinos, o recorde do Velopark com um carro da Copa Chevrolet Montana é nosso e até a etapa passada estávamos entre os dez primeiros. Temos motivos de sobra pra acreditar que essa fase ruim nos classificatórios logo vai acabar. Estou pronto para quando isso acontecer! A sorte precisa mudar um pouco de lado, o Alexandre [Gramacho] e eu temos feito nossa lição de casa, mas milagres ainda não conseguimos", brinca Pasetti, que fez sua primeira prova com a Gramacho Costa em 2008.
"A permanência do Cadu por mais uma temporada me deixou feliz, pois ele é um piloto dedicado e um dos últimos a deixar o autódromo em fim de semana de corrida. Sua integração com a equipe é notória e essa é a chave para o desenvolvimento das duas partes rumo ao objetivo principal, que é ser campeão", ressaltou Gramacho. "Além disso, é um piloto que responde rápido aos acertos no carro e consegue ter tranqüilidade em cada nova situação", salientou o chefe da equpe.
Para a corrida deste fim de semana, nas ruas de Ribeirão Preto, Pasetti espera repetir o bom começo do Velopark, quando foi o mais veloz nos treinos livres, mas mantendo a toada nas sessões seguintes. "Estou bastante realista com relação à dificuldade do campeonato. Apesar de a fase não ser boa no campeonato de pilotos, as chances no campeonato de equipes são bastante animadoras. Não podemos deixar nenhum ponto escapar se quisermos o título", completou Cadu.
Fotos: Rafael Gagliano/MS2
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Na Copa Caixa Stock Car, é muito difícil detectar um piloto que passa mais de três anos correndo pela mesma equipe: dois anos é o recorde da maioria no grid. O único que passa esta marca é Thiago Camilo, que disputa em 2010 sua sétima temporada pela Vogel. Já na Copa Chevrolet Montana, por ser uma divisão de acesso, a rotatividade é ainda maior, mas existem pilotos fiéis, como Cadu Pasetti (Xandô), em seu terceiro ano com a Gramacho Costa.
"Estar em uma equipe por um período longo como esse só me trouxe vantagens", disse. "A parte técnica e a pilotagem com certeza são compreendidos mais rápido", conta Cadu, que já sentiu a diferença nas três primeiras corridas deste ano. "Esta maturidade me deu uma bagagem muito grande pra enfrentar todas as situações que passamos. Este ano tive uma rápida adaptação aos novos câmbio e diferencial, e isso se deu graças a esta parceria."
"Lideramos alguns treinos, o recorde do Velopark com um carro da Copa Chevrolet Montana é nosso e até a etapa passada estávamos entre os dez primeiros. Temos motivos de sobra pra acreditar que essa fase ruim nos classificatórios logo vai acabar. Estou pronto para quando isso acontecer! A sorte precisa mudar um pouco de lado, o Alexandre [Gramacho] e eu temos feito nossa lição de casa, mas milagres ainda não conseguimos", brinca Pasetti, que fez sua primeira prova com a Gramacho Costa em 2008.
"A permanência do Cadu por mais uma temporada me deixou feliz, pois ele é um piloto dedicado e um dos últimos a deixar o autódromo em fim de semana de corrida. Sua integração com a equipe é notória e essa é a chave para o desenvolvimento das duas partes rumo ao objetivo principal, que é ser campeão", ressaltou Gramacho. "Além disso, é um piloto que responde rápido aos acertos no carro e consegue ter tranqüilidade em cada nova situação", salientou o chefe da equpe.
Para a corrida deste fim de semana, nas ruas de Ribeirão Preto, Pasetti espera repetir o bom começo do Velopark, quando foi o mais veloz nos treinos livres, mas mantendo a toada nas sessões seguintes. "Estou bastante realista com relação à dificuldade do campeonato. Apesar de a fase não ser boa no campeonato de pilotos, as chances no campeonato de equipes são bastante animadoras. Não podemos deixar nenhum ponto escapar se quisermos o título", completou Cadu.
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